quarta-feira, 25 de junho de 2008

Coisas da vida


A gente fala muito em reciclar móveis, jogar as tralhas fora, não acumular o que não usamos mais. Concordo, alias...concordo em parte.Principalmente depois de ter lido essa matéria na Vida Simples. Tem coisas que realmente são mais que especiais e deixá-las ir fica difícil ne? Acho que todo mundo já experimentou a dor de ter que jogar um objeto querido fora.

Tem coisas que realmente não só trazem boas lembranças, como também nos faz reviver boas emoções, seja um papel de bala dentro de um livro ou um móvel da nossa bisavó.

QUAL O SEU OBJETO QUERIDO? DENTRO DO SEU LAR,O QUE TE FAZ TER BOAS LEMBRANÇAS?



Fica aqui a minha dica de uma leitura gostosa:


Coisas da vida
Os objetos que estão em casa são quase parentes. Eles presenciam nossa história e também guardam nossa memória
texto Mariana Sgarioni | fotos André Spinola e Castro

Se o criado-mudo falasse, provavelmente seria o maior contador de histórias de que se tem notícia bom, nesse caso, para início de conversa, ele teria que trocar de nome. E o que dizer daquele sofá velho, meio afundadinho em uma das extremidades, que denuncia de imediato qual o seu canto preferido de se esparramar? Não dá nem para pensar em trocá-lo, até porque nenhum será tão confortável e aconchegante quanto ele.

O que, afinal, faz com que as coisas tenham tanto valor para nós? Bem, esqueça o dinheiro. Um objeto de alto valor no mercado pode não dizer absolutamente nada para você. Esta afirmação foi provada pelo professor de psicologia e educação na Universidade de Chicago Mihaly Csikszentmihalyi (sim, o nome dele é esse mesmo, sua origem é croata). Ele visitou 80 famílias americanas e perguntou o que era mais importante para cada uma delas dentro de casa. A grande maioria não indicou nada de alto valor monetário. Era sempre algo de valor afetivo: a cadeira de balanço que foi do avô, a colherzinha da infância, a mesa de estudos da adolescência. Os artefatos têm participação ativa no cotidiano. Eles organizam práticas sociais, influenciam comportamentos, incorporam metas e se tornam inseparáveis daquilo que somos, afirma. Isso significa que as coisas têm vida social, são palco de nossas experiências e, sim, são impregnadas de emoções.



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1 comentários:

Claudia 26 de junho de 2008 09:22  

Eu não tenho exatamente um objeto preferido, mas minha cozinha é um 0lugar especial. Eu nem sou A cozinheira, mas gosto de estar lá, na verdade, todos lá em casa, gostamos e é por isso que ela é especial - é o nosso ponto de enconto. Ainda não tá linda como eu queria, mas não troco, não vendo, não dou tá?
Ah, deixa eu te pedir uma coisa? Outro dia, vcs citaram aqui uma frase sobre "gostar" de passar roupas, que eu quase morri de rirao ler, me manda por email? claumedeiros@hotmail.com
Thanks!!

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